sábado, 17 de setembro de 2011
Ser chique é expor verdadeiramente seus sentimentos mesmo que estes sejam de raiva por algum momento. Ser chique é questão de berço, não de dinheiro!
quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Tantos amigos. Tantos lugares. Tantas frases e livros e sentidos. Tantas pessoas novas. Indo. Vindo. Tenho só um mundo pela frente. E olhe pra ele. Olhe o mundo! É tão pequeno diante de tudo o que sinto. Sofrer dói. Dói e não é pouco. Mas faz um bem danado depois que passa(...) Mas agora, com sua licença. Não dá mais para ocupar o mesmo espaço. Meu tempo não se mede em relógios. E a vida lá fora, me chama.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
A Evolução Histórica da Publicidade
Vivemos numa Era onde as mudanças são constantes. Mudança social é qualquer alteração nas formas de vida de uma sociedade. O que inclui alterações de cunho político e econômico. Que tenham alcance suficiente para que se alterem as formas dos indivíduos se correlacionarem, e possivelmente alterar também a maneira de uma sociedade produzir bens simbólicos e materiais. Partimos de uma comunicação extremamente rudimentar como a escrita em pedra, até a mais complexa, a que compartilhamos hoje onde a informação se propaga numa fração de segundos.
Partindo-se do preceito de que nenhuma sociedade é perfeitamente igual, com os avanços tecnológicos ela evolui num ‘piscar de olhos’. É neste novo contexto que surgem o jornalismo e a publicidade onde de imediato, eram utilizados para a divulgação de produtos, compra e venda de ideias. Propaganda seria então, uma espécie de arma para combater inimigos e popularizar o Estado, organizações do proletariado, escritórios e produtos.
À medida que a sociedade evoluía, a publicidade e propaganda demonstravam a sua importância e adaptavam-se aos diversos formatos da mídia. A contribuição dos intelectuais brasileiros como escritores, poetas, artistas, jornalistas (expansão das mídias eletrônicas), assim como a introdução das agências, foram fundamentais para a Publicidade e Propaganda.
É através da Indústria Cultural que podemos compreender melhor a necessidade da propaganda, que é entendida como o processo de padronização de bens e símbolos. A produção de bens e símbolos, são matérias primas para o fazer publicitário.
Por volta do século XIX foi criado um cartaz publicitário, que tinha como propósito impressionar, atrair a atenção com uma imagem pouco freqüente, um tanto repentina. O cartaz acompanhado de um texto publicitário assegurava a transmissão correta das mensagens. Foi a partir da Primeira Guerra Mundial, que o cartaz passou a ser amplamente utilizado, no entanto desempenhava novas funções emocionais apelativas diretas e imediatas. A partir disto a publicidade se expandiu, abandonando os velhos modelos culturais, para uma comunicação mais moderna, colorida, persuasiva, e porque não dizer sensacional.
É uma publicidade da padronização do homem-massa, onde as mensagens são cada vez mais rápidas e ao alcance de todos os indivíduos de uma sociedade.
domingo, 14 de agosto de 2011
Obrigada por tudo...
domingo, 7 de agosto de 2011

Permanecia confiante, até tropeçar no emaranhado de medos que preferi deixar de lado, mas que, mais cedo do que tarde, já vieram a me incomodar. Inevitável recaída. E agora, ando pensando muito mais do que devia, nos lugares que frequenta, nas garotas a quem dá seu telefone, nas festas que não perde. Mas eu sei; isso tudo não irá além de uns goles a mais de bebida, e de uma ou duas que levará para sua casa, mas não para sua vida.
Bem te conheço. Incha o peito e estampa um sorriso no rosto quando algo por dentro te corrói. É a tua face do orgulho. Não me engana. Parece tão aberto e sociável, mas é apenas superficialmente. Possui a consciência astuta o bastante para saber com quem dividirá um apartamento ou um cobertor por mais de um dia, e isso me tranquiliza um pouco. Você, ao contrário de mim, consegue ver além de segundas, terceiras ou trigésimas intenções, não se machuca tão fácil. E quanto a mim, sempre me avisou da minha ingenuidade... Mas eu tenho tomado cuidado, juro.
O que eu sinto é simples, é falta. E um pouco de inveja... Vergonhoso, mas admito. Porque por mais que você talvez sinta alguma saudade minha, e apenas ostente a imagem de um cara feliz, desencanado e pra frente, isso realmente te faz mover nessa direção. Você sabe lidar melhor com o “ser sozinho”. E eu, que quase morro de tanta falta, nem me movo nessa areia movediça... Era isso, se queria saber...
quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Que olheiras são essas? Não tá dormindo de novo? Eu estou cansada, só isso. Você nunca se sente cansada. Pois é, agora eu me sinto. Você está mentindo. (…) Me responde, caralho. Tanto faz. Sempre reclamou tanto que eu nunca te respondia e agora faz o mesmo. É o que a convivência faz com a gente. Tá fazendo de novo. O quê? Fugindo do assunto, porra. Para de falar palavrão, você sabe que me irrita. Falo a merda que eu quiser. Eu to indo embora. Não vai. Por quê? Porque tá frio, e você tá cansada. Mas eu não fico cansada. Então, vai. Não quer que eu fique? Quero, caralho. Já te disse pra não fal… Tá, tanto faz. Fica? Se você pedir com jeito. Por favor. Por favor o quê? Fica. Tá bem, vou pensar. Não tem essa de tempo pra pensar. Eu tenho a porra do tempo pra pensar que eu quiser. Pensei que não gostasse de palavrão. Eu não gosto. Então? (…) Não vai me responder de novo? É que tu me estressa, daí acaba saindo. E isso quer dizer que tu vai ficar? Pra sempre.
domingo, 31 de julho de 2011

Não tá sendo o suficiente, né? Não basta, sempre falta algo. Sempre falta qualquer detalhe, nunca é perfeito. Me diz, você acha que passou por mais coisas do que eu… para o ‘hoje’? Não. Me diz, você acha que eu não choro por ti enquanto você se diverte com outras pessoas? Me diz, você acha que eu encontro paz em todas as noites? Não, não é assim. Muito pelo contrário. Eu acabei desistindo de mim para lutar por você. Eu deixei praticamente todos os planos de lado para dizer que não me arrependeria. E elas? Elas não passam pelo que eu passo. Elas não te conhecem, elas apenas acabam se enganando. E eu? Eu choro. Eu choro pra caralho. Porque talvez seja essa a única saída para perceber o quanto isso tudo tá me fazendo mal. Não acontece nada de novo, eu só fico criando expectativas que uma vida sem dor, sem essa mágoa toda que acaba sobrando pra mim. Eu respiro fundo, eu olho pra cima, eu arrumo qualquer jeito de fazer com que as lágrimas não caiam. Não adianta, eu passo a pensar em tudo, em você, nelas, em nós. Acaba sendo uma perca de tempo dizer para mim mesma que você se importa. Me diz, eu posso te amar? Mas por que isso tem que doer tanto? Me diz, por que não pode ser apenas um vínculo normal? Por que eu sempre acabo fodendo com tudo? Por que eu tenho que me preocupar tanto? Por que eu rendo a minha própria felicidade? Acredite, isso se tornou uma droga pra mim. Uma droga estupidamente viciante. (cryandlive)




